sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Fábula A formiga e a cigarra

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Sempre fábulas

Muitas fábulas. Abram o site e leiam.

Diversas Fábulas




FÁBULA


JUSTIFICATIVA
A fábula é uma narrativa alegórica (que possui um pensamento de forma figurada), em forma de prosa ou verso, cujos personagens são geralmente animais que sustentam um diálogo, cujo desenlace reflete uma lição de moral, característica essencial dessa. A temática é variada e contempla tópicos como a vitória da fraqueza sobre a força, da bondade sobre a astúcia e a derrota de presunçosos.
Considerando que a fábula instiga discussões e reflexões a respeito da moral, e em vista da necessidade de ampliar o repertório linguístico do aluno, bem como, aprimorar o nível de escrita, serão desenvolvidas estratégias que viabilizem tais metas, através de um projeto didático intitulado: FÁBULAS. Neste, o educando vivenciará de forma lúdica e prazerosa, o ato de ler e produzir textos.
Como é maravilhoso trabalhar com fábulas! Mas o que está por trás de cada fábula? Que valores? Que mensagem há para a sua vida?
DESENVOLVIMENTO
  • Assistir o filme: Bee Movie, a história de uma abelha. Recontar o filme.
    SINOPSE:
    Barry B. Benson (Jerry Seinfeld) formou-se recentemente e sonha com um emprego na Honex, onde poderá produzir mel. Desta forma ele se aventura fora da colmeia, onde descobre um mundo até então inteiramente desconhecido. É quando conhece Vanessa Bloome (Renée Zellweger), uma alegre florista de Manhattan com quem quebra as regras das abelhas e passa a conversar regularmente. Logo eles se tornam amigos, o que faz com que Barry conheça melhor os humanos. Porém Barry descobre que qualquer pessoa pode comprar mel nos supermercados, o que o deixa profundamente irritado por considerar que estão roubando a produção das abelhas. É quando ele decide processar os humanos, na intenção de corrigir esta injustiça. O que será que aconteceu? E o que será que a Vanessa achou de tudo isso? Uma abelha processando um humano. Será que deu certo? Ou não?
    Copiar numa folha e responder.
    Roteiro do filme Bee Movie
    1- Quem é o personagem principal? Quais são suas características físicas?

    2- Do que se trata o filme?

    3- Que lições você aprendeu com o filme?

    4- Desenhe a parte que você mais gostou de filme.

    5 - Faça uma análise. O filme retrata situações que refletem a sociedade das abelhas e outras que refletem a sociedade humana. Quais são elas?
6 – Bee movie deixa muito claro o conceito de equipe, mencionando a importância das pequenas tarefas para o realização do todo. Identifiquem no filme em que momentos este conceito aparece. Depois transponham estas situações para o cotidiano escolar e familiar. Onde estou? Qual minha função e importância neste grupo?

  • Visitar a biblioteca para procurar fábulas. Copiar uma e ilustrar numa folha.
  • Visitar os sites para conhecer outras fábulas de outros autores.
  • Ler as fábulas intitulada A cigarra e a formiga nos sites indicados e ver o vídeo no blog. Fazer uma comparação analisando as diferenças entre elas.
  • Escolher uma fábula e recontar.
  • Criar uma fábula com uma moral que está no livro adotado. Fazer numa folha bem caprichada para montarmos um mural.
  • Organizar com a turma um livro com as fábulas criadas.
  • Escolher uma fábula para ser apresentada na sala de aula (como um teatro).

AVALIAÇÃO
Observação através de registros do desenvolvimento das habilidades, da participação e do interesse do aluno, durante a execução.

Leia com bastante atenção e faça com carinho. Mãos a obra. Depois colocaremos alguns trabalhos aqui, viu? Até mais. 
O texto foi escrito por Veronica A. Shoffstall, escritora norte-americana. Seu nome original é After A While. No Brasil, por causa da propagação da Internet, o texto, que estava traduzido, ficou conhecido como sendo de William Shakespeare, algo que deixou certos leitores de Shakespeare furiosos, pois estava muito longe de se assemelhar ao estilo shakespeariano. De fato, Veronica pegou um texto de Shakespeare, alterou, acrescentou, omitiu, modernizou o linguajar e publicou. Fonte: Wikipédia
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quinta-feira, 15 de setembro de 2011

O SOTAQUE DAS MINEIRAS

Felipe Peixoto Braga Netto afirma que não é jornalista, não é publicitário, não é, enfim, literariamente falando, muita coisa, segundo suas próprias palavras. Alagoano, mora em Belo Horizonte e ama Minas Gerais.   A crônica abaixo foi extraída do livro dele, 'As coisas simpáticas da vida', publicada pela "Landy Editora", São Paulo (SP)   

O SOTAQUE DAS MINEIRAS 

  O sotaque das mineiras deveria ser ilegal, imoral ou engordar... 
Afinal, se tudo que é bom tem um desses horríveis efeitos colaterais, como é que o falar, sensual e lindo das moças de Minas ficou de fora?
Se uma mineira, falando mansinho, me pedir para assinar um contrato, doando tudo que tenho, sou capaz de perguntar:
- 'só isso?'.   
Assino, achando que ela me faz um favor...
Eu sou suspeitíssimo.
Confesso: esse sotaque me desarma. 
Certa vez quase propus casamento à uma menina que me ligou por engano, só pelo sotaque.
 Os mineiros têm um ódio mortal das palavras completas. Preferem, sabe-se lá por que, abandoná-las no meio do caminhoNão dizem: pode parar, dizem: 'pó parar'
Não dizem: onde eu estou?, dizem: 'onde queu tô.' 
Os não-mineiros, ignorantes nas coisas de Minas, supõem, precipitada e levianamente, que os mineiros vivem - linguisticamente falando - apenas de uais, trens e sôs.
 
Digo-lhes que não.
Mineiro não fala que o sujeito é competente em tal ou qual atividadeFala que ele é bom de serviço.
Pouco importa que seja um juiz, um jogador de futebol ou um ator de filme pornô. 
Se der no couro - metaforicamente falando, claro - ele é bom de serviço.
Faz sentido...
Mineiras não usam o famosíssimo tudo bem.
Sempre que duas mineiras se encontram, uma delas há de perguntar pra outra: 'cê tá boa?'.
Para mim, isso é pleonasmoPerguntar para uma mineira se ela tá boa é desnecessário...
Há outras.
Vamos supor que você esteja tendo um caso com uma mulher casada. 
Um amigo seu, se for mineiro, vai chegar e dizer:
- Mexe com isso não, sô (leia-se: sai dessa, é fria, etc). 
O verbo 'mexer', para os mineiros, tem os mais amplos significados

Quer dizer, por exemplo, trabalhar.
Se lhe perguntarem com o que você mexe, não fique ofendido.
Só querem saber o seu ofício.
Os mineiros também não gostam do verbo conseguir.
Aqui ninguém consegue nadaVocê não dá conta.
Sôcê (se você) acha que não vai chegar a tempo, você liga e diz:
'- Aqui, não vou dar conta de chegar na hora, não, sô.'
Esse 'aqui' é outra delícia que só tem aqui.
É antecedente obrigatório, sob pena de punição pública, de qualquer frase.
É mais usada, no entanto, quando você quer falar e não estão lhe dando muita atenção: é uma forma de dizer 'olá, me escutem, por favor'
É a última instância antes de jogar um pão de queijo na cabeça do interlocutor.
Mineiras não dizem 'apaixonado por'.
Dizem, sabe-se lá por que, 'apaixonado com'. 
Soa engraçado aos ouvidos forasteiros.
Ouve-se a toda hora: 'sou doida com ele' (ele, no caso, pode ser você, um carro, um cachorro). 
Eu preciso avisar à língua portuguesa que gosto muito dela, mas prefiro, com todo respeito, A MINEIRA.
Nada pessoal .Aqui certas regras não entramSão barradas pelas montanhas.
Por exemplo: em Minas, se você quiser falar que precisa ir a um lugar, vai dizer:
- 'Eu preciso de ir..' 
Onde os mineiros arrumaram um tal 'de', aí no meio, tipo :
- Eu preciso de ir alí. Mas ó não me perguntem por que!
Mas que ele existe, existe.
Asseguro que sim, com escritura lavrada em cartório. No supermercado, o mineiro não faz muitas compras, ele compra um ''tanto'' de coisa... 
O supermercado não estará lotado, ele terá um ''tanto'' de gente. 
Se a fila do caixa não anda, é porque está ''agarrado'' lá na frente. 

Se, saindo do supermercado, a mineirinha vir um mendigo e ficar com pena, suspirará:
 '- Ai, gente, que dó...' 
É provável que a essa altura o leitor já esteja apaixonado pelas mineiras...
Devo dizer também, que mineiro não arruma briga, mineiro 'caça confusão'. 
- Não vem caçar confusão pro meu lado''!  
Se você quiser dizer que tal sujeito é arruaceiro, é melhor falar, para se fazer entendido, que ele ' vive caçando confusão'. 
Ah, e tem o 'Capaz...' 
Se você propõe algo a uma mineira, ela diz: 'capaz' !!! 
Vocês já ouviram esse 'capaz'? 
É lindo. Quer dizer o quê?
 
Sei lá, quer dizer 'ce acha que eu faço isso'!? - com algumas toneladas de ironia...
Se você dizer que é apaixonado pela Camila Pitanga, ela dirá:
- 'ô tenho dó dôcê'
Entendeu? Não? Deixa para lá.
 
É parecido com o 'nem...' . Já ouviu o 'nem...'? 
Completo ele fica: '- Ah, nem...'   
O que significa?
Significa, amigo leitor, que a mineira que o pronunciou não fará o que você propôs de jeito nenhum.
Mas de jeito nenhum mesmo. 
Você diz:
- 'Meu amor, cê anima de comer um tropeiro no Mineirão?'. 
Resposta: 'nem...' 
Ainda não entendeu? Uai, nem é nem
. 
Leitor, preciso confessar algo: minha inclinação é para perdoar, com louvor, os deslizes vocabulares das mineiras. Aliás, deslizes nada.
Só porque aqui a língua é outra, não quer dizer que a oficial esteja com a razão. 
Se você, em conversa, falar:
-'Ah, fui lá comprar umas coisas...'.. 
- Que's coisa? - ela retrucará. 
O plural dá um pulo.
Sai das coisas e vai para o 'que'! 
Ouvi de uma menina culta um 'pelas metade', no lugar de 'pela metade'.
E se você acusar injustamente uma mineira, ela, chorosa, confidenciará: 
- Ele pôs a culpa 'ni mim'.
 
A conjugação dos verbos tem lá seus mistérios, em Minas...
Ontem, uma senhora docemente me consolou:
-'preocupa não, bobo!'. 
E meus ouvidos, já acostumados às ingênuas conjugações mineiras nem se espantam. 
Talvez se espantassem se ouvissem um: -'não se preocupe', ou algo assim. 
Fórmula mineira é sintética e diz tudo

E para terminar , até o tchau, em Minas, é personalizado.
Ninguém diz tchau, pura e simplesmente. 
Aqui se diz:
-'tchau pro cê', 'tchau pro cês'. 
É útil deixar claro o destinatário do tchau...
Porque, Deus, esse sotaque!
Mineiras deviam nascer com tarja preta avisando:
'ouvi-las faz mal à saúde'...
De tão gostoso que é .

terça-feira, 13 de setembro de 2011

      Usando o teatro em sala de aula
                  
                       Sabemos que o faz-de-conta é componente fundamental para o desenvolvimento sadio de nossa personalidade, de nossa psique e de nossa sociabilidade. Ele permite que a criança e o adolescente vivenciem as virtudes que irão, depois, formar seu caráter: solidariedade, lealdade, ética, compaixão, coragem, etc.
                       Hoje, numa época de crescente banalização da língua escrita e falada, ele vem com o objetivo de desenvolver no jovem o faz-de-conta e o “dom da palavra”. Ao proporcionar aos jovens o contato com a qualidade poética, linguística e musical, permitirá que desenvolvam um senso estético mais apurado, que lhes ensine a diferenciar, valorizar e apreciar o belo, na arte e na vida. São textos de diferentes tipos de linguagem, de acordo com o contexto e com as características de cada peça.
                       Apresentação de Teatro dos alunos da E. E. “Cel. Mário Campos”... foi tudo ótimo.... muito bem... eles foram maravilhosos!! Estou mostrando alguns vídeos dos trabalhos apresentados.

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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Para rir um pouco.... Tipos de Alunos

Aluno religioso: sempre que ele vem você diz: Pelo amor de Deus!
Aluno matemático: ele sempre te faz contar até 10 pra não perder a paciência.
Aluno relojoeiro: sempre está desmontando alguma coisa...
Aluno atleta: sempre está correndo e pulando os obstáculos.
Aluno lixeiro: não sai do lixo, apontando os lápis.
Aluno detetive: aquele que fuça em tudo o que não é dele.
Aluno músico: sempre está batucando na carteira.
Aluno hipocondríaco: sempre inventa uma doença para faltar...
Aluno leiteiro: só aparece quando chega o leite...
Aluno "homem invisível": sempre está no meio da bagunça, mas nunca ninguém viu.
Aluno "tropa de elite": te faz pensar em desistir todos os dias...
Aluno gerente: cuida da vida de todo mundo.
Aluno anticristo: inferniza todos os seus dias.
Aluno psicólogo: sempre vem te falar o que os outros estão sentindo.
Aluno sombra: não desgruda de você.
Aluno astronauta: está sempre no mundo da lua...
Aluna noiva: sempre chega atrasada.
ABAIXO A PROVÁVEL TABELA COM OS VALORES PROPORCIONAIS DO MEC tirada do Blog da Cris (http://blogmcris.blogspot.com

SELEÇÃO DE SITES PARA CRIANÇAS


Aqui vocês encontram tudo online para estudar e brincar na internet sem deseducar!
... para aprender brincando!

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Novamente Jogo da Reforma ortográfica.

De conto em conto

No livro “De conto em conto” da coleção LITERATURA EM MINHA CASA, encontramos vários contos reunidos, que foram escritos por autores consagrados, como Carlos Drummond de Andrade, Fernando Sabino, Lygia Fagundes Telles, Machado de Assis, Pedro Bandeira, Ivan Ângelo, Marcos Rey, Pedro Bandeira e Wander Piroli.
Esses contos nos dão a impressão de estarem contando sobre fatos de nossa vida, ou de algo que já vimos, como por exemplo no conto “Negócio de menino com menina”, onde depois de uma negociação intensa com um adulto, o menino só irá negociar com alguém da sua idade. Um dos contos mais tristes “Biruta”, que nos mostra a história do garoto e seu cachorro trapalhão.
Outro conto interessante é o “Pega ladrão, Papai Noel”, onde ficamos sem fôlego ao ler sobre a fuga de um ladrão que só queria agradar o filho na noite de natal, um verdadeiro suspense. Há também o conto “A marinheirinha”, onde ficamos pensando, o que vai acontecer com a lancha do Sr. Vitório?
Já no conto “Passeio”, percebemos o quão uma criança é inteligente, e por mais que o pai não consiga falar a verdade abertamente, a criança sempre sabe do que o adulto está falando. E ao ler esses contos, notamos o quanto varia a escrita, de autor para autor, de conto em conto.

EU ADORO LER E QUERO A AJUDA DE VOCÊS PARA COMPARTILHAR LEITURAS, DISCUTIR, ESCREVER, SUGERIR LIVROS, CONTAR HISTÓRIAS. Vamos criar um clube do livro? Acesse clubedolivro-sandra.blogspot.com/

terça-feira, 6 de setembro de 2011

A maneira mais rápida do mundo para criar desenhos animados! Acesse!

Com um pouquinho de curiosidade, eu sei que vocês conseguem! Vamos tentar? Olha a minha história para treino.

Vamos trabalhar a reforma ortográfica?

A FMU, em parceria com a Retoque Comunicação e o LivroClip, apresenta o Game da Reforma Ortográfica, uma maneira interativa e divertida de aprender mais sobre as novas regras da língua portuguesa. Aproveite para conhecer mais sobre as alterações da reforma ortográfica. Acesse o link acima.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Você pode encontrar Jesus nesta pintura?




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Pode acreditar! Foi assim que encontrei.

Eçe artigu é di Póbri

Eçe artigu fara sôbri coisa di póbri, peçôas póbri ou o dônú deçí neguçiu tãm bem dévi ser póbri.

Mais nóis Trabaia di corti di cabelu é 2 real.


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domingo, 4 de setembro de 2011

Eles mataram muitas aulas e...




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sábado, 3 de setembro de 2011

A menina que calou o mundo em 5 minutos

Como a pontuação faz a diferença

Um homem rico estava muito doente, pediu papel e caneta, e assim escreveu:

"Deixo meus bens à minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do alfaiate nada aos pobres".
Morreu antes de fazer a pontuação. Para quem ele deixava a fortuna?

Eram quatro concorrentes. O sobrinho fez a seguinte pontuação:
"Deixo meus bens à minha irmã? Não, a meu sobrinho.
Jamais será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres"

A irmã chegou em seguida e pontuou assim, o escrito:
"Deixo meus bens à minha irmã, não a meu sobrinho.
Jamais será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres."
O alfaiate pediu cópia do original e puxou a brasa pra sardinha dele:
"Deixo meus bens à minha irmã? Não! Ao meu sobrinho 
jamais! Será paga a conta do alfaiate.
Nada aos pobres."

Aí, chegaram os descamisados da cidade. Um deles, sabido, fez esta interpretação:
"Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho jamais! Será paga a conta do alfaiate? Nada! Aos pobres."

MORAL DA HISTÓRIA
Pior de tudo é saber que ainda tem gente que acha que uma vírgula não faz a menor diferença!